Economia

Versões digitais de mídias tradicionais cobrem desde cassino ao vivo até transmissões de televisão e rádio

Em tempos de desenvolvimento tecnológico acelerado e integrado em todo o mundo, tem-se cada vez mais em conta as transformações pelas quais os meios de comunicação passam, sendo afetados pelas grandes mudanças que têm origem na tecnologia da informação. Tais mudanças podem ser vistas como “choques” que reverberam para diferentes áreas da sociedade, levando à criação de novas plataformas para fazer negócios, nos comunicarmos e até mesmo consumirmos mídia durante o tempo livre.

No entanto, em grande parte, essas novas plataformas são adaptações digitais dos meios tradicionais de comunicação e de mídia que costumavam ser praticados até que as mencionadas grandes mudanças ocorressem, transformando a maneira pela qual ocorre a interação com o público e o oferecimento de produtos.

Esse é o caso, por exemplo, de plataformas de cassino ao vivo. Portais como https://campobet.com/br/games/live-casino trouxeram para a internet várias das clássicas modalidades praticadas em tradicionais casas de jogos, como o bacará e o pôquer, transportando a atmosfera desses locais e a emoção propiciada por esses jogos para o ambiente virtual. Algo semelhante é visto com serviços de streaming de vídeo, sendo a Netflix um bom exemplo disso. Tanto essa plataforma quanto serviços a ela semelhantes pegam o conceito de vídeo em demanda de locadoras e o transformam em algo puramente digital.

Essas mudanças, entretanto, não indicam que os meios tradicionais sofram apenas modificações superficiais, mas também em seu cerne. A partir dessas transformações, é gerada uma muito bem-vinda democratização de acesso e de produção a nível cultural, corporativo e até acadêmico, muitas vezes levando informação a âmbitos geográficos regionais ou extraindo de uma cultura específica um conhecimento que em seguida é popularizado.

História e cultura agradecem

Alguns espaços e instituições bastante tradicionais são os que têm abraçado de maneira mais forte essa integração do analógico com o virtual. Um exemplo disso são os museus que têm digitalizado seus acervos tanto como forma de preservação das peças quanto pela maneira de divulgar tais acervos para além dos seus corredores por meio de parcerias feitas com grandes empresas.

O Google, por exemplo, através do seu projeto Arts & Culture, disponível em https://artsandculture.google.com/project/, é um dos grandes nomes envolvidos nas mencionadas parcerias. São vários os museus que possuem tours virtuais gratuitos graças a essas associações. No Brasil, é possível acessar o acervo de diversos lugares, como o Museu Nacional do Rio de Janeiro e a Pinacoteca de São Paulo. O Google disponibiliza também a coleção do Museu Oscar Niemeyer, que fica na capital paranaense.

Bibliotecas, palcos de teatro e feiras de cultura passam por um processo semelhante. Com os livros, o Google é mais uma vez o “salvador” de acervos de algumas das maiores coleções do mundo através do Google Books. Por sua vez, peças de teatro e feiras culturais têm sido realizadas em transmissões ao vivo a partir de palcos nas capitais do sudeste brasileiro e também em regiões como Pato Branco, como foi o caso do JoArte – Literatura e Arte Biblioteca Joana Corona em outubro do ano passado.

Os shows musicais, que eram antes guardados no YouTube através dos “rips” de fitas cassete e DVDs, são agora transmitidos pela plataforma de vídeos em demanda que tem investido cada vez mais em streaming. Além dos shows de artistas de dimensão nacional e internacional que reúnem milhões de espectadores simultâneos – caso das “lives” de Marília Mendonça e do grupo de pop coreano BTS –, há também apresentação de artistas regionais como Marcus e Tati e Silvério Simeoni, listados em https://www.facebook.com/patobranco.cultura e transmitidos via YouTube.

Isso sem mencionar algo que já vem ocorrendo há anos, que são as transmissões de rádio e televisão através da internet. De fato, as rádios foram até pioneiras nesse âmbito, com transmissão simultânea e produção de podcasts desde o começo da década passada tanto a nível nacional quanto regional.

Há vários outros exemplos de cruzamento de meios tradicionais de se fazer mídia com o uso da internet — algo que se torna cada vez mais comum e popular. São mudanças grandes e que podem trazer surpresas aos desavisados, mas que, no longo arco do progresso, se mostram cada vez mais benéficas a todos os envolvidos.

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