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Filho de Pelé, Edinho é promovido e assume o comando do time sub-23 do Santos

Filho de Pelé, Edson Cholbi Nascimento, o Edinho, recebeu uma promoção nesta quarta-feira. O ex-jogador foi escolhido para comandar o time sub-23 do Santos no Campeonato Brasileiro de Aspirantes, que teve início na semana passada. Seu último cargo foi o de coordenador técnico de desenvolvimento do clube, posição que ocupou desde dezembro de 2019. Ele saiu da prisão em setembro do ano passado.

O ex-jogador, de 50 anos, filho de Pelé, vinha atuando na formação dos garotos das categorias de base. Ele trabalhou por um período em parceria com o ex-volante Renato, que posteriormente foi promovido ao cargo de diretor de futebol do Santos depois da saída de William Thomas.

Entre outras mudanças na base santista, Aarão Alves, filho do ídolo do clube Manoel Maria, é cotado para treinar a equipe sub-20, que disputará o Campeonato Brasileiro da categoria. Já o time sub-17 deve ser dirigido pelo técnico Elder, ex-volante do Santos e ex-treinador da Portuguesa Santista.

A ideia é usar profissionais que têm identificação com o clube para ajudar no desenvolvimento dos jovens jogadores. O novo organograma das categorias de base ainda está sendo finalizado e deve ser divulgado nesta quarta-feira.

CURRÍCULO DE EDINHO – Edinho tem experiência como treinador. Ele esteve à frente de Mogi Mirim, Água Santa e Tricordiano, respectivamente em 2015, 2016 e 2017. O último destes clubes é da cidade de Três Corações (MG), onde o seu pai nasceu.

Antes de virar treinador, Edinho foi goleiro do Santos durante a década de 1990 e foi vice-campeão brasileira pelo time alvinegro em 1995. Também teve passagens por Portuguesa Santista, São Caetano e Ponte Preta. Em sua curta carreira, ele disputou 76 partidas oficiais.

Em setembro do ano passado, Edinho deixou a prisão depois de ter ganho na Justiça o direito de progressão para o regime aberto. o filho de Pelé já estava em regime semiaberto, com direito a trabalhar e estudar fora da cadeia. O ex-goleiro ficou preso na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, e chegou a ser condenado a 33 anos de reclusão, mas teve a pena por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas reduzida, em fevereiro de 2017, para 12 anos e 11 meses.

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