Confederação evita fazer previsão de medalhas para a natação em Mundial

PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
KAZAN, RÚSSIA (FOLHAPRESS) – Em ascensão devido aos resultados obtidos nos últimos dois anos, a natação brasileira adota uma expectativa pés-no-chão para o Mundial de Kazan, cujas disputas na piscina começam no domingo (2).
O diretor executivo da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Ricardo de Moura, afirmou que o objetivo é aumentar o número de finais em relação ao Mundial em piscina longa (50 m) de Barcelona-2013.
Há dois anos, na Espanha, foram 12 finais e nove semifinais. Delas, saíram dois ouros (Cesar Cielo nos 50 m borboleta e nos 50 m livre) e três bronzes (Thiago Pereira, nos 200 m medley e 400 m medley, e Felipe Lima, nos 100 m peito).
Além das conquistas na água, outras cinco vieram na maratona aquática.
“O campeonato em Kazan estará fortíssimo. Não queremos prometer medalhas”, disse o dirigente.
A expectativa em torno do desempenho brasileiro cresceu ainda mais devido à campanha no Mundial em piscina curta (25 m) de Doha, em dezembro passado. Pela primeira vez, o país liderou a classificação geral (por número de ouros): foram sete ouros, uma prata e dois bronzes.
Moura, porém, afirmou que aquele torneio não pode ser tomado como comparação. Obviamente, por causa da piscina (a de 50 m é a “olímpica”), mas também pela maior presença da elite aquática agora em Kazan.
O Brasil levou 25 atletas da natação a Kazan, dos quais 16 homens e nove mulheres.

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