De nada serviria uma gestão competente sem títulos, diz Nobre

GUILHERME SETO E MARCEL RIZZO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em coletiva de imprensa no início da madrugada desta quinta-feira (3), o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, traçou uma cronologia de sua gestão, iniciada em 2013. Em um momento mais emocionado, dedicou sua parcela do título a profissionais que recentemente passaram pelo clube: os treinadores Gilson Kleina, Ricardo Gareca, Dorival Júnior e Oswaldo de Oliveira, além do ex-gerente de futebol Omar Feitosa e o ex-diretor de futebol José Carlos Brunoro.

“Em 2013, pegamos um clube falido e na segunda divisão. Foi duro. Mas não faltou vontade, sangue na veia. O Palmeiras é um dos maiores clubes do mundo, e o torcedor sempre vai querer mais”, iniciou.

“Em 2014, o ano do centenário, começamos como um dos favoritos a título no Paulista, mas aí tivemos o Ituano no meio do caminho. Até o final do ano, tivemos muita turbulência, e fizemos o possível e o impossível para ter o melhor ano possível”, continuou.

“Naqueles meses finais de 2014, morri um pouco por dentro. Não desejo nem para o meu pior inimigo o que eu passei”, disse, sobre o quase rebaixamento no ano do aniversário de 100 anos do clube.

“2015 começou totalmente diferente. O Palmeiras investiu em um produto interno, o Avanti [programa de sócio-torcedor], que cresceu por conta do time que foi montado. Depois veio a Crefisa, a Prevent Senior, a FAM, patrocinadores que deixaram o Palmeiras em uma situação inimaginável anteriormente”, disse.

“O Palmeiras tem no seu DNA a vitória, os títulos. De nada serviria uma gestão competente se o sucesso esportivo não acontecesse”, afirmou.

Sobre boatos relativos à saída do técnico Marcelo Oliveira, ele negou.

“Ouvi pessoas falando do Cuca. Ele nunca foi cogitado no Palmeiras, nunca conversamos. O Marcelo tem contrato com o Palmeiras até dezembro de 2016”, concluiu.

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