Logística apertada deixa campeão da natação sem medalha

PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADO ESPECIAL
TORONTO, CANADÁ (FOLHAPRESS) – Nicolas Oliveira, 27, conquistou a medalha de ouro no revezamento 4×200 m livre no centro aquático pan-americano, em Toronto, na quarta-feira (15).
Até vai poder desfrutar a conquista, mas sem o tão cobiçado metal.
Como os Estados Unidos protestaram o resultado final da prova -haviam sido desclassificados, mas mantiveram a prata-, a cerimônia de premiação ocorrerá na noite desta quinta-feira (16), antes das finais.
Neste momento, Oliveira já estará a caminho do Brasil e não receberá a láurea. O motivo é que o Pan e o Mundial de Esportes Aquáticos de Kazan, cujas provas de natação vão de 2 a 9 de agosto, caem em datas próximas.
E, por isso, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) já desmobilizou os atletas que não mais vão competir em Toronto para regressarem ao Brasil.
Além de Oliveira, Kaio Márcio, Daiane Becker e Thiago Simon retornarão ao país entre esta quinta e esta sexta (17).
“Além da questão da logística, é ruim os atletas ficarem aqui só para treinar, até porque é difícil arrumar lugar para treinar aqui”, disse Ricardo de Moura, chefe da equipe de natação no Canadá.
Depois das competições no Pan, que terminam no sábado (18), a seleção brasileira de natação voltará para o Brasil -com exceção de atletas que vivem em outros países, como os EUA.
De lá, o time viajará para Rio Maior, em Portugal, para aclimatação, no dia 24. Só depois tomam o rumo de Kazan, na Rússia, para o Mundial.

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