Máquinas recicladoras aceleram obras de duplicação da PR-317

Para dar agilidade às obras de duplicação da PR-317, entre Floresta e Campo Mourão, estão em operação duas máquinas recicladoras, que transformam chão batido em base concreto. O processo, que reduz em cerca de 30% o tempo de execução da obra, é usado ao longo de 24 quilômetros da rodovia em construção.

A tecnologia agiliza o processo e também dá mais durabilidade ao asfalto, trazendo mais segurança aos motoristas que circulam na região, disse o superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) em Maringá, Osmar Lopes Ferreira. Ao todo serão duplicados 53 quilômetros da PR-317.

Cerca de 40% dos serviços já estão concluídos. O investimento é de R$ 210 milhões, uma parceria do governo do Paraná e a concessionária Viapar.As máquinas recicladoras são usadas na construção das novas pistas. Elas misturam a terra vermelha da região com cimento. Depois rolos, compactam o solo e o cimento, formando um bloco de concreto, com 30 centímetros de espessura, que será a base da rodovia.

Depois, uma camada de 10 centímetros de asfalto é aplicada sobre este concreto.Pelo método tradicional seria preciso escavar o terreno, colocar pedras (britas graduadas) para formar a sub-base e a base, que depois seriam compactadas, para então aplicar o asfalto. O problema é que nesta região não tem tantas pedras e seria preciso importar o material, encarecendo e atrasando a obra, explica o superintendente.

Além dos 53 quilômetros de duplicação, serão construídos quatro viadutos — dois na PR-317 (km 154 e km 156), próximos a Engenheiro Beltrão e Terra Boa, e dois na BR-158 (km 196 e km 202), em Peabiru. Serão feitas também pontes sobre os rios Ivaí e no km 119, além de retornos e acostamentos. A previsão para término dos trabalhos é dezembro de 2015.

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