São memórias que vão ficar para sempre, diz Thiago Pereira

MARCEL MERGUIZO E PAULO ROBERTO CONDE, ENVIADOS ESPECIAIS
TORONTO, CANADÁ (FOLHAPRESS) – Thiago Pereira, 29, levou 12 anos para consolidar um objetivo que parecia uma profecia.
Tornar-se o maior medalhista brasileiro na história dos Jogos Pan-Americanos. Por uma ironia do destino, porém, teve a premiação pelo feito adiada.
Nesta quarta (15), com um ouro no revezamento 4 x 200 m livre e um bronze nos 200 m peito, o nadador passou a ostentar 21 pódios em Pan.
São dois a mais do que o ex-nadador Gustavo Borges, que era líder do país em total de medalhas no evento desde 2003.
Pereira festejou o feito discretamente, com menções aos outros três Jogos Pan-Americanos de que participou (Santo Domingo-2003, Rio-2007 e Guadalajara-2011) e a sua mãe, Rose, que sempre o incentivou.
A reserva tem motivo. Nesta quinta (16) ele tentará outro recorde: desbancar o ex-ginasta cubano Erick Lopez como detentor do maior número de pódios em Pan. O caribenho tem 22, contra 21 do nadador.
Pereira nada as provas dos 400 m medley e os 100 m borboleta, com eliminatórias às 11h e finais às 20h (de Brasília).
“Tem muita coisa pela frente. [Hoje] é o dia mais tenso. Mas serão memórias que vão ficar para sempre. São momentos únicos”, afirmou.
Seu companheiro no revezamento 4 x 200 m João de Lucca quase lhe roubou o holofote. O carioca triunfou também nos 200 m livre.
Nos 200 m peito, onde Pereira foi bronze, o ouro ficou com seu xará Thiago Simon.

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