Pato Branco

Estudo sobre feminismo e agroecologia da UTFPR será abordado em seminário da UCPel

A apresentação da professora Josiane Carine Wedig, da UTFPR, será no dia 1º de outubro – Foto: Divulgação

A professora Josiane Carine Wedig, do Departamento de Ciências Humanas e da pós-graduação em Desenvolvimento Regional (PPGDR), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Câmpus Pato Branco, vai participar do seminário Terra, Água e Alimento, promovido pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel), no painel sobre “Feminismo e Agroecologia: a mudança também começa no quintal”.

Josiane contou que o seminário está na quarta edição e é organizado pelo programa de pós-graduação em Políticas Sociais e Direitos Humanos da UCPel. Neste ano, no entanto, será realizado de forma online, nos dias 1°, 8 e 15 de outubro. A programação inclui painéis de debate, lançamentos de livros e minicursos.

Participação

O seminário é aberto a participação de estudantes de graduação, integrantes de movimentos sociais, docentes e pesquisadores. As inscrições são gratuitas e estão abertas através do link

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeofe8ASAKEDrG-_mk3uV7SSi2U0fU5wE0kFA-yoyGd763HwA/viewform, até o dia 1° de outubro. Se o interessado desejar certificação, os valores são: R$ 10 para integrantes de movimentos sociais; R$ 20 para estudantes de graduação; e R$ 50 para professores e pesquisadores.

Temas

De acordo com Josiane, os temas abordados serão soberania alimentar, agroecologia, território, cidade, segregação, permeados pelas interseccionalidades de gênero, raça e sexualidade.

A professora ressaltou que no PPGDR da UTFPR há um grupo de pesquisa em Gênero, Juventude e Cartografias da Diferença (Artemis) que tem se dedicado a pesquisas sobre mulheres na agricultura e agroecologia, tema que ela abordará no painel.

“O objetivo do seminário é abordar as questões da soberania alimentar, e as práticas de cuidado do planeta dos povos relacionados à terra, à água e às florestas. A relevância do tema está em considerar a necessidade da produção diversificada de alimentos saudáveis que possam estar disponíveis para as populações rurais e urbanas. Além disso, o seminário discute também questões ligadas ao racismo, machismo e LGBTfobia”, destacou.

Cristine Jaques Ribeiro, uma das organizadoras do evento, frisou que “a perspectiva da tríade formada por terra, água e alimento é em denunciar os processos de financeirização da vida e do avanço da monocultura que expropria e controla os corpos das populações que habitam o espaço rural e urbano”.

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