Pato Branco

Membros do Patovni participam de livro sobre contato extraterrestre

O livro “O Impacto do Primeiro Contato para a Humanidade – Uma análise das consequências do Primeiro Contato Extraterrestre para a Terra”, recém lançado pela Amazon.com, sob a coordenação do jornalista Wendell Stein, congrega 18 autores de expressão em Ciências Naturais e Sociais, Exociências e Ufologia, com 15 capítulos que discutem a temática do “impacto do primeiro contato” em diversas áreas da existência humana, como, por exemplo, a Psicologia, a Política, o Direito, a Religião.

O Grupo Ufológico Pato Branco (Patovni), entidade dedicada ao estudo de temas de Cosmologia e de Ufologia, participa dessa obra com três capítulos. Um de autoria do coordenador do grupo, Prof. Dr. Flori Antonio Tasca, acerca de Exopolítica e Exodireito; outro do padrinho do grupo, Prof. Msc. Inajar Antonio Kurowski, sobre o impacto do contato para a cultura humana; e outro escrito pela Prof. PHd Monica Borine, sobre Exopsicologia, ramo da Psicologia destinado ao estudo dos fenômenos de abdução e contato, e suas consequências para o ser humano.

De acordo com Tasca, trata-se de uma obra inédita no Brasil e no Mundo, que representa um novo marco para o pensamento e a pesquisa no campo da Ufologia e das Exociências. O livro está disponível para venda na Amazon.com, tanto na versão e-book quanto impressa.

O coordenador do Patovni, Flori Antonio Tasca, contou que seu interesse pela Ufologia e pela ficção científica é bastante antigo, mas que começou a frequentar congressos ufológicos e se interessar mais sobre o tema em 2010. Em seguida integrou organismos de pesquisa ufológica, sendo inclusive diretor jurídico da Comissão Brasileira de Ufólogos, e participante de outras entidades, como o Instituto Brasileiro de Exopolítica.

Patovni

Segundo Tasca, o Patovni foi fundado em 2015 porque em Pato Branco não havia nenhum movimento no campo da ufologia e ele já estava bastante envolvido nesse trabalho com grupos de abrangência nacional, de maneira que imaginou Pato Branco como também um potencial para a pesquisa ufológica.

“Reuni alguns amigos e começaram os encontros. Ao longo do tempo o movimento foi ganhando corpo. Fizemos um evento presencial no final de 2019, com a participação do padrinho do grupo, Inajar Antonio Kurowski, que falou sobre ufologia. Eu fiz uma conferência sobre Cosmologia”, lembrou.

De acordo com Tasca, o Patovni surgiu com o objetivo de estudar não apenas Ufologia, mas também Cosmologia, de maneira que todas as atividades desenvolvidas pudessem abranger temas tanto de Ciência quanto de Ufologia.

“O objetivo do grupo é propiciar condições para que seus membros aprendam, interajam, troquem ideias, a respeito das temáticas de Cosmologia e Ufologia. Hoje há várias instâncias de debates, como por exemplo um grupo de Facebook, que tem em torno de 500 membros e um grupo de WhatsApp. Não há um número exato de membros, porque o nosso núcleo mais forte é restrito. Para o Conselho do Patovni foram convidadas 12 personalidades das Ciências e da Ufologia, formado por cientistas e professores titulados que participam do grupo colaborando nas atividades”, destacou.

Flori Antonio Tasca, coordenador do Grupo Ufológico Pato Branco (Patovni) e autor de um capítulo do livro – Foto: Arquivo pessoal

Contato alienígena

Tasca explicou que o livro é uma obra bastante relevante, porque tudo indica que a humanidade está prestes a estabelecer um contato público ostensivo e formal com civilizações alienígenas, cuja existência matemática, estatística é certa.

“A projeção feita por uma equação elaborada pelo astrofísico Frank Donald Drake, na década de 1960, estimaria o número de povos cósmicos, civilizações estelares, apenas na Via Láctea, que é a nossa galáxia, em torno de 25 mil. A Ufologia nos dá mostras de que há muito tempo seres extraterrenos alienígenas frequentam o planeta Terra, inclusive realizam suas pesquisas e experiências. A abdução e sequestro de humanos e animais é uma evidência disso. A humanidade nunca foi e nunca será o suprassumo do Cosmos, como muitos pensam. A humanidade é apenas uma das raças inteligentes – nem tanto assim – que povoa o Cosmos. Basta lembrar que nossa galáxia tem cerca de 400 bilhões de estrelas, a maioria dela com sistemas planetários, e esse fato está continuamente demonstrado pela Astronomia, com a descoberta crescente dos Exoplanetas. Alguns dos quais nossos cientistas estimam condições semelhantes às do planeta Terra, ou seja, viáveis para a vida da matriz biológica de carbono tal como é na Terra. Sem contar que a vida pode se manifestar de outras maneiras, a partir de outras matrizes também, como postulam cientistas em todo o planeta”, revelou.

Assim, segundo Tasca, o livro entra no contexto de preparação do pensamento humano para o momento de rompimento paradigmático que é o do contato público, ostensivo e formal da humanidade com raças alienígenas. Com esse contato oficial haverá um rompimento de paradigma.

Exopolítica

Tasca explicou que a Exopolítica, como definiu seu fundador Alfred Lambremont, é a nova ciência política do espaço exterior, ou seja, estuda os limites e as possibilidades da interação cultural e política dos humanos com os alienígenas.

“Isso envolve diplomacia estelar, questões estruturais como, por exemplo, a possibilidade de a Terra vir a participar como um ente interplanetário estelar de uma comunidade maior, de uma federação estelar, como a ficção científica postula. E como até no final do ano passado, um general israelense, diretor do programa espacial de Israel, chegou a declarar, que a Terra inclusive já participaria de uma entidade semelhante, porque o contato público ostensivo e formal ainda não ocorreu, mas as fontes de Ufologia indicam que alienígenas já têm acordos com governos terráqueos”, frisou.

Base aérea

Um exemplo citado por Tasca foi a clássica passagem no campo da Ufologia, quando em 1954 naves estelares pousaram na base aérea norte-americana e os alienígenas pediram a presença do presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, e ele teria ido conversar com esses alienígenas, inclusive acompanhado de militares de alta patente. Fala-se ainda que até de um representante do Vaticano, de onde teriam saídos acordos secretos entre humanos e alienígenas. Assim, a Exopolítica tem o objetivo de nortear, dar diretrizes para essas relações.

“Há uma crescente abertura ufológica. Inclusive o Brasil liberou documentos considerados secretos que estão à disposição de todos no Arquivo Nacional, em Brasília, sobre operações militares de investigação ufológica. A Operação Prato é uma delas, que ocorreu em 1977, na ilha de Colares, no Pará, que foi a maior investigação militar ostensiva de ufologia da história da humanidade. Outro exemplo foi a noite oficial dos óvnis no Brasil, quando 21 discos voadores invadiram o espaço aéreo brasileiro, em 1986. Fato confirmado oficialmente pelo então ministro da aeronáutica, brigadeiro Otávio Moreira Lima. Além de tantas outras iniciativas de governos estrangeiros que estão desclassificando, abrindo esses documentos considerados secretos”, destacou.

Tecnologia alienígena

Segundo Tasca, esse secretismo surgiu em 1947, com o episódio de Roswell, quando nos Estados Unidos, no Novo México, caiu uma nave espacial. Os oficiais da força aérea chegaram a dar entrevistas explicando que esse aparato não seria humano, mas logo tudo foi abafado pelo governo.

As razões presumidas que levaram ao abafamento do caso, de acordo com o coordenador do Patovni, são muitas. Uma delas diz respeito a apropriação de tecnologia alienígena para fins de engenharia reversa.

“Atualmente há um crescente processo de abertura ufológica. O próprio governo dos Estados Unidos vem fazendo isso, inclusive há pouco mais de um ano o Pentágono liberou vídeos gravados por pilotos da marinha norte-americana sobre com artefatos que não podem ser do planeta Terra, porque a tecnologia empregada é bastante superior àquela conhecida e usada ainda hoje pela humanidade. Tudo faz parte de um grande processo de preparação da humanidade, por isso que o nosso livro é bastante importante”, ressaltou.

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