Pato Branco

Pato a Jato participa de competição da Shell Eco-marathon Américas 2021

Pato a Jato está participando de competição da Shell - Foto: Pato a Jato/Divulgação

A equipe da Pato a Jato, formada por acadêmicos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)- campus Pato Branco – está participando da competição Shell Eco-marathon Américas 2021, que está acontecendo de forma online. Devido a pandemia do novo coronavírus a competição de 2020 foi cancelada.

Os desafios foram iniciados no final do mês de setembro e devem ser entregues no dia 30 de outubro. As competições estão relacionadas à sustentabilidade e eficiência energética no cotidiano da sociedade.

Matheus Ghettino, gerente administrativo da equipe, comenta que por razão da pandemia, todas as reuniões estão acontecendo de maneira remota. Em torno de cinco membros estão frequentando a UTFPR para aplicar os projetos.

Desafios

A competição é composta por dois desafios e possuí premiação em dinheiro e contabilizam pontos para a próxima competição presencial, que deve acontecer em 2021.

Um dos grandes problemas que impacta o mundo, é a emissão excessiva de dióxido de carbono (CO2), principalmente devido ao uso de combustíveis fósseis como fonte de energia e as queimadas. A emissão deste gás, está diretamente ligada às mudanças e degradações climáticas, que afetam o planeta. Pensando nisso a competição está voltada para esse aspecto.

O primeiro desafio consiste na descarbonização de transporte de cargas. O segundo desafio tem como objetivo reduzir a emissão de CO2 por veículos de passageiros.

As equipes podem escolher quais dos desafios preferem desenvolver, a Pato a Jato optou por realizar os dois.

Soluções da Pato a Jato

“A ideia da equipe é pensar de que outra forma a indústria pode descarbonizar o transporte rodoviário de carga, além dos veículos elétricos. Portanto, o objetivo principal é desenvolver um conceito inovador que auxilie e descarbonize as rodovias”, explica Ghettino e ainda acrescenta que pode ser aplicado desde o envio no chão de fábrica até a entrega na porta de casas ou empresas.

A missão da equipe da Pato a Jato é construir um protótipo de placa que tenha sensor de CO2 e calcule a sua emissão total, comparando com a média de outros veículos. “O desafio é projetar e, no futuro, construir um protótipo de sistema inclusivo para veículos de passageiros e fornecer sugestões aos motoristas sobre como reduzir as emissões de gases ao dirigir”, afirma Ghettino e acrescenta que o modo de direção do motorista afeta de maneira significativa na taxa de gases emitidos.

A equipe decidiu utilizar um sistema de sensoriamento que mensure a emissão de CO2. Realizou a criação de um aplicativo que direciona ao motorista hábitos que mudam a sua taxa de emissão. O aplicativo, além de apontar o modo de direção limpa ao motorista, também exibirá o seu histórico de emissão e uma gratificação, será oferecido um desconto por litro de combustível.

O aplicativo e o sensor devem possuir alta escalabilidade, possibilitando o levantamento de dados globais e locais a respeito das taxas de emissões e também dos hábitos de direção dos condutores.

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