Região

Bolsistas da Unioeste auxiliam no atendimento junto ao CRE de Francisco Beltrão

Foi estabelecido fluxo de entrada e saída dos pacientes e os bolsistas têm trabalhado principalmente neste setor (Crédito: Victor Hugo Junior)

Assessoria

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) continua atuante nos trabalhos que buscam o combate e a prevenção da covid-19. Tendo em vista este momento de pandemia, o projeto de extensão “Contribuições das ações de extensão da Unioeste no combate à pandemia do novo coronavírus nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná” enviou alguns bolsistas ao Centro Regional de Especialidades (CRE) de Francisco Beltrão, devido ao aumento de trabalho na instituição e o número de afastamento dos profissionais.

O CRE de Francisco Beltrão abrange atendimentos das áreas de especialidades médicas, odontológicas e de exames de saúde aos 27 municípios da microrregião, que engloba a 8ª Regional de Saúde.

A coordenadora local do projeto, professora Franciele Follador, explica que foi estabelecido um fluxo de entrada e saída dos pacientes e os bolsistas têm trabalhado principalmente neste setor.

“Eles auxiliam na verificação da temperatura corporal, preenchimento de um formulário onde se investiga se o paciente teve contato com alguém que manifestou a covid-19, ou se teve algum sintoma em dias anteriores ao do atendimento, indicação de fluxo para que o paciente siga de forma correta. Além disso, temos bolsistas atuando na área de enfermagem, auxiliando na triagem dos pacientes que serão atendidos nas várias especialidades médicas”.

Além da área médica, há bolsistas como auxiliares de odontologia e na área de farmácia, bem como na recepção de amostras para exames da Covid-19.

“Neste sentido, os bolsistas estão distribuídos nas mais diversas áreas dentro do serviço de saúde, podendo auxiliar neste momento de pandemia, com ações extensionistas, integrando a Universidade ao serviço e trabalhando em prol da comunidade beltronense”.

Experiência

Mariane Hamada, bolsista da área de Medicina, conta que a atuação no CRE está sendo muito proveitosa. “É interessante estar ali e atuar diretamente com o público, no sentido de estar aprendendo melhor isso, pois sou uma pessoa mais tímida e isso tem me feito aprender a me expressar melhor, falar em um tom mais alto e na questão também de contornar situações desconfortáveis”.

A princípio suas atividades estão voltadas à triagem inicial dos pacientes, que inclui a verificação de temperatura, aferição da pressão arterial e encaminhamento dos pacientes ao local correto, evitando circulação desnecessária. Além disso, ela aprendeu o funcionamento do sistema do CRE.

Segundo Mariane, além do aprendizado pessoal, sua participação neste projeto agrega muito no âmbito profissional. “O projeto agrega mais valor ao meu currículo, bem como na questão de que durante essa quarentena muito se tem falado sobre a forma como estamos passando nosso tempo e entrar no projeto me fez organizar melhor a minha rotina. De modo geral posso dizer que está sendo uma experiência agradável, fui muito bem recepcionada pelos funcionários do CRE”.

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