Região

Coronel Vivida confirma primeiro caso de dengue

Mesmo sendo confirmado no dia 3 de março, somente na quarta-feira (11) o Município de Coronel Vivida divulgou o seu primeiro caso de dengue. O fato foi informado pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) à 7ª Regional de Saúde (RS) e à Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com a enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica de Coronel Vivida, Ediane Santos, “o caso foi notificado pela 7ª RS como sendo um caso autóctone [ou seja, oriundo do município]. Contudo, foi confirmado como um caso importado”.

Ela explica que o paciente viajou no 17 de fevereiro “para a área endêmica, na região de Maringá, permanecendo cerca de uma semana. Retornou a Coronel Vivida e começou a apresentar os sintomas da doença. Foi realizado o acompanhamento do paciente com exames, que acabou resultando em positivo para a dengue”.

Ediane informa que o paciente é um homem de 46 anos, o qual já se recuperou. “Ele se consultou na UPA no dia 22, apresentou os sintomas, fez os exames e melhorou na semana seguinte”.

Casos investigados

O município investiga hoje sete casos suspeitos de dengue. Conforme a enfermeira, três são em investigação autóctone e quatro importados. Seis pacientes são do sexo masculino e um feminino. “Estamos aguardando os laudos do Lacen, que vão constar se são ou não positivos”.

Monitoramento

Ediane destaca que, a partir do momento que o paciente suspeito de dengue se desloca à Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) ou à sua Unidade de Saúde de referência, são comunicadas as vigilâncias epidemiológica e sanitária. “Realizamos o monitoramento do paciente, que apresenta os sintomas da doença, realizando os exames. E também o bloqueio vetorial ao redor do domicílio do paciente”. 

Além disso, o paciente é orientado quanto ao uso de repelente e de mosquiteiro, “bem como o repouso no domicílio para não vir a transmitir a doença, caso venha a positivar o caso suspeito”.

A enfermeira ainda informa: “Tão logo tenhamos o conhecimento da suspeita do caso de dengue, já são organizadas as ações de bloqueio na área da provável transmissão. Ou seja, no domicílio desse paciente. É feita a varredura vetorial, procurando os possíveis focos de larvas para o mosquito da dengue no raio de 300 metros ao redor desse domicílio”.

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