Rio Bonito do Iguaçu viveu, neste domingo (28), um momento histórico para a fé católica e para a comunidade local com a elevação da Paróquia Santo Antônio de Pádua a Santuário Santo Antônio da Esperança. A celebração marcou oficialmente o encerramento do Ano Jubilar e consolidou o município como novo ponto de referência religiosa no Paraná.
Cerimônia reúne fiéis e encerra o Ano Jubilar
A programação começou com uma caminhada jubilar, reunindo fiéis em um gesto de devoção, unidade e expressão pública de fé. Em seguida, foi celebrada a Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Amilton.
Durante a homilia, ele destacou a importância espiritual do novo Santuário como espaço de acolhida, oração e fortalecimento da esperança cristã para a região de Rio Bonito do Iguaçu e municípios vizinhos.
Paróquia é elevada e placa oficial é descerrada
No decorrer da celebração, ocorreu o descerramento da placa que oficializou a elevação da antiga paróquia a Santuário Santo Antônio da Esperança. O ato simbólico foi conduzido por Dom Amilton e pelo Padre Cristian, que assume a função de Reitor do Santuário. A cerimônia representou o marco definitivo da mudança e reforçou o significado religioso do local.
Lideranças religiosas destacam missão e responsabilidade
Em entrevista, Dom Amilton afirmou que o encerramento do Ano Jubilar representa um período de renovação da fé e reforço do compromisso com a missão evangelizadora. O Bispo também enfatizou que o Santuário se torna referência espiritual e pastoral para toda a comunidade.
O Padre Cristian ressaltou a responsabilidade e a alegria de conduzir o Santuário, reafirmando o compromisso com a espiritualidade, a acolhida dos devotos e a promoção da fé católica. Segundo ele, o objetivo é manter o espaço como ambiente de oração, convivência e fortalecimento da esperança cristã.
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Marco religioso para Rio Bonito do Iguaçu
Com a elevação, o Santuário Santo Antônio da Esperança se torna um marco religioso para Rio Bonito do Iguaçu, reforçando a identidade de fé do município e consolidando o legado deixado pelo Ano Jubilar.
O local passa a ter um papel central na vida espiritual dos fiéis, tornando-se ponto de referência para peregrinações, celebrações e atividades pastorais.





