O governador do Paraná, Ratinho Junior, declarou apoio à escolha do PSD por Ronaldo Caiado como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A manifestação foi feita após a definição interna do partido sobre o nome que representará a legenda na disputa nacional.
Segundo Ratinho Junior, o processo de escolha demonstrou compromisso democrático da sigla. Além disso, ele destacou a experiência administrativa de Caiado como um dos principais fatores para a decisão.
Ratinho Jr destaca gestão e perfil de Caiado
Ao comentar a escolha, o governador paranaense ressaltou o histórico de gestão do chefe do Executivo goiano. “O PSD deu um exemplo do seu compromisso com a democracia ao promover um debate equilibrado para escolher o candidato que disputará às eleições presidenciais deste ano”, afirmou.
Ele também enfatizou o desempenho de Caiado em áreas consideradas estratégicas. “A definição pelo governador de Goiás reforça que a legenda apostou num homem aprovado como gestor, com trabalho reconhecido nacionalmente, sobretudo em áreas vitais como educação e segurança”, completou.
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Governador elogia Eduardo Leite
Ratinho Junior também fez referência ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que disputava internamente a indicação do PSD.
De acordo com ele, Leite teve papel relevante na recuperação administrativa do Estado. “Ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o meu reconhecimento da sua grandeza e do seu espírito público. Ele reposicionou o Estado no cenário nacional ao equilibrar as contas”, declarou.
O governador ainda afirmou que a eleição de 2026 deve apresentar alternativas para o país. “Os brasileiros terão mais uma opção para virarmos a página de um país menos desigual, moderno e sem amarras burocráticas”, disse.
Ratinho Jr deixou disputa interna do PSD
Na última segunda-feira (23), Ratinho Junior anunciou oficialmente a desistência de sua candidatura à Presidência da República. Com isso, ele deixou a disputa interna do PSD, que ficou concentrada entre Caiado e Eduardo Leite.
Segundo o governador, a decisão foi motivada por questões familiares e pelo foco na política estadual. Dessa forma, ele pretende concentrar esforços na disputa eleitoral no Paraná.





