O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi celebrado nesta quinta-feira (2 de abril) em Coronel Vivida, com ações voltadas à informação, inclusão e combate ao preconceito.
A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas em 2007 e também é reconhecida no Brasil como um marco para promover o respeito às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Data reforça importância do diagnóstico e inclusão
A campanha busca ampliar a conscientização sobre o autismo, com foco no diagnóstico precoce, na aceitação e no respeito à neurodiversidade. Além disso, a mobilização incentiva a construção de uma sociedade mais inclusiva.
Dessa forma, diferentes setores promovem atividades educativas e ações voltadas à disseminação de informações sobre o tema.
Profissionais da educação participam de capacitação
Na quarta-feira (1º), profissionais da Rede Municipal de Ensino participaram de uma capacitação sobre o tema, organizada pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desporto. O evento ocorreu durante toda a manhã e reuniu especialistas da área.
A primeira palestra foi ministrada pela professora doutora Ângela Mendonça, que abordou legislação, políticas públicas, diretrizes nacionais e normativas vigentes. Além disso, a apresentação trouxe reflexões sobre avanços, lacunas e responsabilidades institucionais e sociais.
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Mesa redonda reuniu especialistas da área
Após a palestra inicial, foi realizada uma mesa redonda com a participação da médica neuropediatra Kathielen Fortes Rösler e da terapeuta ocupacional Claudya Patrícia Rempel.
O encontro contou ainda com a mediação da neuropsicóloga Patrícia Alessandra Zanesco, que atua na integração entre família, escola e profissionais. O debate abordou práticas voltadas ao cuidado, inclusão e desenvolvimento de crianças e adolescentes com autismo.
Palestra final abordou práticas no ambiente escolar
Encerrando a programação, a terapeuta ocupacional Claudya Patrícia Rempel conduziu uma segunda palestra. Durante a apresentação, foram discutidas estratégias para o manejo de comportamentos desafiadores no ambiente escolar.
Além disso, foram abordados temas como crises, birras e recursos práticos para tornar o ambiente educacional mais acolhedor e inclusivo para alunos com TEA.





