Ciclone extratropical traz muita chuva e frio intenso ao Paraná

ciclone extratropical

Um ciclone extratropical deve se formar entre esta quarta-feira (6) e quinta-feira (7) entre a Argentina e o Uruguai. Segundo o Climatempo, existe a possibilidade de o sistema evoluir para um ciclone bomba, fenômeno caracterizado pela rápida queda da pressão atmosférica.

O sistema deve atingir principalmente o Rio Grande do Sul. No Paraná, apesar de não haver previsão de impacto direto, o avanço do ciclone deve provocar mudanças nas condições do tempo.

Paraná terá ventos e mudança no clima

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, o Simepar, o estado poderá registrar rajadas de vento e queda acentuada nas temperaturas.

Além disso, o tempo deve ficar mais instável a partir de sexta-feira (8), especialmente nas regiões Noroeste, Oeste e Sudoeste.

Chuva e trovoadas avançam pelo estado

A previsão indica pancadas de chuva ao longo da sexta-feira, acompanhadas de trovoadas em diversas áreas do Paraná.

Durante a tarde, as instabilidades devem avançar para outras regiões do estado, ampliando a área de chuva e aumentando a possibilidade de temporais isolados.

Massa de ar frio derruba temperaturas

Após a passagem da chuva, uma massa de ar frio deve avançar sobre o Paraná e provocar queda significativa nas temperaturas.

Segundo o Simepar, o frio mais intenso deve ser sentido entre sábado (9) e terça-feira (12), antecipando características típicas do inverno ainda durante o outono.

Regiões do Sul podem registrar geada

As menores temperaturas devem ser registradas em cidades da região Sul do estado, como Palmas e General Carneiro.

Nesses municípios, os termômetros podem marcar mínimas entre 0°C e 8°C. Além disso, há previsão de formação de geada nos próximos dias.

Entenda o que é um ciclone bomba

O ciclone bomba ocorre quando há queda rápida da pressão atmosférica em um curto período. Consequentemente, o sistema ganha força e pode provocar ventos intensos e aumento das instabilidades.

Apesar da possibilidade de formação do fenômeno, os principais impactos previstos devem ocorrer no Rio Grande do Sul.