A Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) confirmou a retomada das aulas na quarta-feira (4) para 2.038 estudantes de colégios estaduais de Maringá e Marquinho atingidos pelos temporais de domingo (1º). Ao todo, 4.381 alunos de oito instituições ficaram sem aulas na terça-feira (3) por causa dos danos.
Dois colégios do Sudoeste, em Francisco Beltrão e Clevelândia, também podem retomar as atividades na quarta-feira, a depender do andamento da limpeza e dos reparos. Uma nova avaliação em Maringá pode ampliar o número de escolas reabertas.
Em Enéas Marques, no Sudoeste, o Colégio Estadual do Campo Vista Alegre segue sem aulas por mais um dia e deve retomar na quinta-feira (5).
Situação das escolas no Sudoeste
Em Francisco Beltrão, o Colégio Estadual Arnaldo Faivro Busato, que atende 105 estudantes, tem previsão de retorno na quarta-feira.
Em Clevelândia, os reparos no Colégio Estadual Cívico-Militar Presidente Castelo Branco estão em andamento, com o objetivo de permitir a volta das aulas também na quarta-feira. A instituição atende 365 estudantes.
O Colégio Estadual do Campo Vista Alegre, em Enéas Marques, tem 114 estudantes. Segundo a Seed-PR, a unidade precisa de serviços adicionais de limpeza e reparos antes do retorno.
Maringá tem duas escolas ainda em reparos
Em Maringá, no Noroeste, os colégios estaduais Tancredo de Almeida Neves e João de Faria Pioli retomam as aulas. O Colégio Estadual Juscelino Kubitschek de Oliveira e o Instituto de Educação Estadual de Maringá seguem em reparos e avaliação técnica.
No município, 3.423 estudantes foram afetados pela suspensão das atividades.
Marquinho volta às aulas
Em Marquinho, no Centro-Sul, o Colégio Estadual João Rysicz retoma as aulas após a limpeza e a avaliação dos danos provocados pelo temporal. A escola atende 374 estudantes.
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Equipes acompanham a recuperação
A Seed-PR atua nas escolas por meio dos Núcleos Regionais de Educação (NREs) e das equipes responsáveis pelos reparos.
Os NREs, as equipes de Engenharia e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) acompanham os serviços de recuperação e as condições das instituições. Segundo a secretaria, a prioridade é restabelecer as atividades o mais breve possível, com segurança para estudantes e profissionais.

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