A Agência Nacional de Transportes Terrestres autorizou testes de um radar de velocidade média em seis trechos de rodovias do Paraná, entre vias federais e estaduais concedidas. O equipamento mede o tempo que o veículo leva para percorrer o trecho entre dois pontos e calcula a velocidade média mantida no caminho.
A autorização partiu da Superintendência de Infraestrutura Rodoviária, ligada à ANTT. A fase de testes terá duração inicial de 180 dias, contados a partir da implantação dos equipamentos e do início efetivo do monitoramento, com possibilidade de prorrogação.
Nesta primeira etapa, o sistema não poderá gerar multas ou autuações. Os dados coletados servirão para avaliar a viabilidade da tecnologia, a confiabilidade das informações, o funcionamento dos equipamentos e o comportamento dos motoristas. A ANTT classifica o projeto como técnico e educativo.
Onde serão instalados os radares no Paraná
No estado, os testes ocorrem em seis vias: PR-444, PR-862, BR-376/PR, BR-163/PR, BR-277/PR e PR-151.
Os locais escolhidos para a instalação dos equipamentos deverão contar com sinalização informando os motoristas sobre a realização do monitoramento.
Onde serão feitos os testes no Paraná
BR-277
- Trecho entre o km 33 e o km 41, sentido decrescente, com extensão de 8 km, em Morretes (descida da Serra do Mar).
- Trecho entre o km 350+895 e o km 354+240, sentido crescente, com extensão de 3,34 km, em Guarapuava.
- Trecho entre o km 457+290 e o km 476+895, sentido crescente, com extensão de 19,6 km, entre Laranjeiras do Sul e Nova Laranjeiras.
- Trecho entre o km 609+500 e o km 612+900, sentido crescente, com extensão de 3,4 km, entre Cascavel e Santa Tereza do Oeste.
- Trecho entre o km 609+500 e o km 613+050, sentido decrescente, com extensão de 3,55 km, entre Cascavel e Santa Tereza do Oeste.
- Trecho entre o km 685+435 e o km 689+050, sentido crescente, com extensão de 3,61 km, em São Miguel do Iguaçu.
BR-376
- Trecho entre o km 304+000 e o km 309+000, com extensão de 5 km, entre Mauá da Serra e Ortigueira.
- Trecho entre o km 430+000 e o km 435+000, com extensão de 5 km, em Tibagi.
- Trecho entre o km 441+000 e o km 446+000, com extensão de 4 km, em Tibagi, próximo ao limite com Ponta Grossa.
BR-163
- Trecho entre o km 139+900 e o km 151+460, sentido decrescente, com extensão de 11,56 km, em Capitão Leônidas Marques.
PR-444
- Trecho entre o km 17+000 e o km 24+000, com extensão de 7 km, em Arapongas.
PR-862
- Trecho entre o km 2+000 e o km 10+000, com extensão de 8 km, em Ibiporã.
PR-151
Trecho entre o km 306 e o km 315, sentido crescente, com extensão de 9 km, em Carambeí (trecho de ligação com Ponta Grossa).
Como funciona o sistema de velocidade média
Diferentemente do radar tradicional, que verifica a velocidade em um ponto único da via, o novo modelo usa dois pontos de monitoramento. O veículo é identificado ao passar pelo primeiro equipamento e novamente quando chega ao segundo.
Como a distância entre os dois pontos é conhecida, o sistema calcula quanto tempo o veículo levou para percorrer o trecho e, a partir disso, determina a velocidade média desenvolvida. A tecnologia impede a prática de reduzir a velocidade apenas ao se aproximar do radar e acelerar novamente logo depois.
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Testes ocorrem em mais sete estados
Além do Paraná, o projeto-piloto também será aplicado em rodovias do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Entre os trechos definidos nos demais estados estão a BR-101/ES, a BR-414/GO, a BR-163/MS, além da BR-050/MG, da BR-381/MG, da BR-040/MG e da BR-116/MG, em Minas Gerais. No Rio de Janeiro, o teste inclui a BR-101/RJ, com a Ponte Rio-Niterói, e a BR-116/RJ. No Rio Grande do Sul, o trecho escolhido é a BR-386/RS.
O objetivo final da fase experimental é avaliar uma possível adoção definitiva da tecnologia nas rodovias federais concedidas à iniciativa privada.

Olá…a.minha reclamação é que bandido não tem carro no nome dele…só placa clonado….sou das antigas os homens na estradas parando e fiscalizar…os caras que correm demais…viajo a mais de trinta anos de Curitiba ao Norte do Paraná…tenho saudades de ver os botas na rodovia…com o famoso secador de cabelo..agora vou de Curitiba a alta floresta mato grosso….ninguém na pista….só soio eletrônico…..tudo para a segurança e válido ue apoio…mas acho que humanos a vista…é mais importante….
Que volte os uno Mille
Assalto em cima de assalto e o povo só toma na tarraqueta
Isso pra mim, não passa de caça níquel.
Pagamos pedagios caros, com rodovias ineficientes e traçados antigos.
Além disso tudo muito mal sinalizadas, não só por faltadas mesmas, mas também ineficiência no espaço entre as sinalizações. Sem contar as pegadinhas.
Esse país é uma vergonha