Ratinho Junior garante agilidade na reconstrução de Rio Bonito

Entrevista com Ratinho Junior em Rio Bonito do Iguaçu

Durante entrevista concedida neste sábado (8) após sobrevoar as áreas devastadas pelo tornado de nível 3 que atingiu Rio Bonito do Iguaçu e municípios vizinhos no Centro-Sul do Paraná, o governador Carlos Massa Ratinho Junior manifestou solidariedade às famílias afetadas e detalhou o plano emergencial para recuperação da cidade.

Ratinho Junior relatou o choque ao ver de perto a extensão dos danos: “Lamentavelmente, Rio Bonito do Iguaçu foi destruída por esse tornado. As imagens são chocantes quando você sobrevoa e vê pessoalmente o que está acontecendo.” Ele destacou o acionamento imediato das equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e hospitais regionais, com mais de 450 atendimentos realizados em Laranjeiras do Sul. Unidades de saúde em Cascavel e Guarapuava também foram mobilizadas para dar suporte às vítimas.

O governador explicou que, após o atendimento emergencial, a resposta segue com a limpeza das ruas, remoção de árvores e entulhos e o restabelecimento da energia, com apoio da Copel e máquinas vindas de cidades vizinhas. O centro de convivência do idoso foi preparado para atendimento alimentar e o ginásio do campo do Bugre, junto à assistência social da prefeitura, serve de triagem das famílias desabrigadas. A Coapar iniciou análise técnica das residências destruídas para identificar casos de reconstrução total ou reforma.

Calamidade Pública

Ratinho Junior enfatizou que já foi decretado o estado de calamidade pública, permitindo rapidez burocrática e liberação de verbas do fundo estadual para reconstrução habitacional e escolar. Equipes da Fundepar já avaliam escolas municipais e estaduais danificadas para implementar métodos construtivos acelerados.

“É um momento de luto e tristeza, mas também de união. Com o apoio dos prefeitos, secretarias, deputados estaduais e governadores de todo país, vamos reconstruir Rio Bonito do Iguaçu o mais rápido possível.”

O governador destacou o trabalho integrado com o CREA para avaliação estrutural das edificações — e, se necessário, abrigos provisórios para famílias sem moradia. Ele reafirmou o compromisso do Estado de garantir atendimento digno, recursos emergenciais e reconstrução, contando com a solidariedade da população e ajuda nacional.