O 3º Batalhão de Polícia Militar intensificou a Operação Mulher Segura durante setembro de 2026 em sua área de atuação. As equipes realizaram visitas às vítimas, fiscalizaram medidas protetivas e atenderam denúncias para prevenir e combater a violência doméstica e familiar contra a mulher na região.
A mobilização integra uma operação desenvolvida em todo o Paraná. Segundo a corporação, o trabalho busca ampliar a proteção e manter o acompanhamento de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Na região, as atividades reuniram a Patrulha Maria da Penha, policiais militares e o efetivo de Radiopatrulhamento. Além das intervenções operacionais, a programação incluiu capacitação profissional e orientações à comunidade.
Operação Mulher Segura fiscaliza medidas protetivas
As equipes realizaram visitas preventivas às vítimas e verificaram o cumprimento de Medidas Protetivas de Urgência concedidas pelo Poder Judiciário. Os policiais também atenderam denúncias de violência doméstica.
A atuação contou com a equipe da Patrulha Maria da Penha, composta pela cabo Ana Carla e pelo soldado Locks. Também participaram a segunda-tenente Santos, a terceira-sargento Scherer e a cabo Merilize, com apoio do Radiopatrulhamento.
Outra frente foi o acompanhamento após as ocorrências. Nesse trabalho, os militares fizeram abordagens e orientações às vítimas e às pessoas apontadas como autoras nos boletins de ocorrência.
Escolas, associações e empresas receberam orientações
A operação também contemplou reuniões preventivas e orientativas em associações e empresas locais. Na rede de educação, as instruções tiveram foco no público adolescente.
Paralelamente, o batalhão promoveu capacitação do efetivo para aprimorar o atendimento às ocorrências de violência doméstica e familiar.
A corporação também participou de reuniões da rede municipal de atenção à mulher. Essa atuação integrou as atividades de prevenção e acompanhamento desenvolvidas ao longo do mês.
Ações incluem cumprimento de mandados
Segundo o 3º BPM, as frentes ostensivas e repressivas incluem a localização e prisão de agressores com mandados em aberto. Também abrangem prisões em flagrante por descumprimento de decisões judiciais.
O comunicado não apresenta o número de visitas, fiscalizações ou prisões realizadas durante a mobilização de setembro.
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Como pedir ajuda e denunciar
A Polícia Militar orienta que situações de emergência sejam comunicadas imediatamente pelo telefone 190. A corporação também informa os aplicativos 190 e Salve Maria como canais de acionamento.
Conforme o comunicado, o Salve Maria permite denúncias e dispõe de botão de pânico para acionamento rápido da Polícia Militar.
Outro canal é o 180, Central de Atendimento à Mulher. O serviço é gratuito, confidencial e funciona 24 horas por dia para orientar, acolher e registrar denúncias de violência contra a mulher.

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