Expopato: entidades rebatem críticas através de Nota de Repúdio

NOTA DE REÚDIO EXPOPATO

Entidades organizadoras da Expopato 2025 divulgaram, em maio de 2026, uma nota de repúdio contra declarações consideradas infundadas sobre o evento em Pato Branco.

A manifestação foi assinada pela Comissão Central Organizadora (CCO), Associação Empresarial de Pato Branco, Sindicato do Comércio Varejista de Pato Branco e Sociedade Rural de Pato Branco. O documento critica falas sem embasamento e defende a atuação das instituições envolvidas.

Entidades criticam declarações sem fundamento

De acordo com a nota, as entidades classificam como inadmissíveis as declarações consideradas levianas. Além disso, afirmam que essas falas são desprovidas de embasamento técnico ou institucional. Segundo o texto, esse tipo de posicionamento tem sido utilizado para desgastar instituições que representam diversos setores da sociedade local.

Neste sentido, o documento ressalta que as entidades não representam apenas grupos específicos. Pelo contrário, elas atuam em nome de empresários, trabalhadores, produtores rurais, comerciantes e da população em geral. Consequentemente, ataques sem fundamento podem gerar desinformação e prejudicar a compreensão pública.

As instituições também destacam que questionamentos à moral e à conduta, sem provas, atingem diretamente lideranças que atuam de forma voluntária. Além disso, reforçam que essas pessoas dedicam tempo e conhecimento ao desenvolvimento do município.

Críticas a ataques contra lideranças locais

A nota também registra indignação diante de ataques pessoais direcionados a diretores das entidades. Segundo o texto, muitos desses líderes possuem décadas de atuação em prol de Pato Branco. Dessa forma, as críticas são classificadas como desrespeitosas à trajetória construída ao longo dos anos.

Além disso, o documento menciona que tais ataques ocorreram em atos públicos. Nesse contexto, aponta que a conduta de representantes do Poder Legislativo deve prezar pela responsabilidade e pelo respeito institucional. O uso do cargo para atingir lideranças é considerado inadequado pelas entidades.

O texto ainda afirma que desrespeitar a história de indivíduos representa uma afronta ao legado coletivo. Portanto, reforça que a construção do município resulta do esforço conjunto de diferentes gerações.

Divisão de responsabilidades no evento

Outro ponto destacado é a divisão formal de responsabilidades na organização da Expopato 2025. Segundo a nota, a sociedade deve compreender com clareza as atribuições definidas entre a CCO e a Prefeitura de Pato Branco. Esse modelo segue termo firmado entre as partes e orientações do Ministério Público.

Conforme o documento, coube à Comissão Central Organizadora a responsabilidade pela feira comercial e pelas atividades do agronegócio. Essas áreas são apontadas como pilares históricos do evento. Além disso, as entidades afirmam que atuaram com planejamento e dedicação voluntária.

Por outro lado, as demais atribuições ficaram sob responsabilidade da Prefeitura. Dessa forma, o texto destaca que cada parte teve competências definidas previamente. A divisão, segundo a nota, foi formalizada por meio de documento validado pela Câmara de Vereadores.

Entidades alertam para distorções

As instituições afirmam que atribuir responsabilidades indevidas à CCO representa um erro grave. Além disso, consideram que esse tipo de interpretação distorce a realidade e prejudica o entendimento da população.

Consequentemente, o documento reforça o compromisso histórico das entidades com o desenvolvimento econômico e social de Pato Branco. A Expopato, segundo a nota, é resultado de décadas de trabalho estruturado entre setor produtivo e sociedade civil.

Por fim, as entidades afirmam que seguirão atuando com transparência, diálogo e compromisso com a verdade. O objetivo, conforme o texto, é manter o foco no desenvolvimento do município e no atendimento à população.