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Polícia Civil do Paraná recebe oito aparelhos para digitais

Aparelhos CSI Pro 3 custaram R$ 1,5 milhão e serão usados por papiloscopistas nos plantões do Interior e de Curitiba

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PCPR recebe 8 novos equipamentos de última geração para perícias papiloscópicas Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) recebeu na quinta-feira (5) oito smartphones CSI Pro 3, usados para registrar impressões digitais em cenas de crime. Comprados pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp) por R$ 1,5 milhão, os aparelhos vão para papiloscopistas que atuam em plantões no Interior e em Curitiba.

De uso pericial, o CSI Pro 3 tem câmera polarizada de 64 megapixels, seis conjuntos de iluminação LED e filtros e polarizadores integrados, que permitem capturar imagens de impressões digitais em diferentes condições.

O aparelho também traz software forense instalado. Com ele, os policiais registram e arquivam casos, exportam relatórios e marcam pontos nas imagens para comparação visual posterior.

Versão atualizada do equipamento

No início de 2025, a PCPR já tinha recebido nove desses equipamentos, junto com outros dispositivos destinados à perícia papiloscópica. A compra atual é de uma versão atualizada pela fabricante, mais leve e compacta, com maior resolução na captura de imagens e filtros especiais que facilitam a análise dos vestígios.

“Esse equipamento é uma atualização em relação ao último anterior, o CSI Pro 2. Ele é mais intuitivo, mais compacto e possibilita melhor resolução de imagens. Isso vai proporcionar aos nossos papiloscopistas ainda mais qualidade na perícia em locais de crime”, afirmou o papiloscopista policial Allan Simas de Albuquerque.

Com o uso de pós químicos, o dispositivo registra impressões digitais em superfícies de diferentes texturas e preserva detalhes importantes para a análise papiloscópica.

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Recursos do CSI Pro 3

  • câmera polarizada de 64 megapixels;
  • seis conjuntos de iluminação LED;
  • filtros e polarizadores integrados para capturar digitais em diferentes condições;
  • software forense para registro e arquivamento de casos, exportação de relatórios e marcação de pontos nas imagens;
  • captura de digitais em superfícies de diferentes texturas, com uso de pós químicos.

Papel da perícia papiloscópica

Nas investigações criminais, a coleta e a análise das impressões digitais encontradas nos locais de crime permitem aos papiloscopistas identificar pessoas relacionadas à ocorrência. As informações produzidas auxiliam o trabalho investigativo e o esclarecimento dos fatos.

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Gustavo Ferreira

Jornalista atuante em portais de notícias há 20 anos. Trabalhou como redator independente para diversas redações.

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