Paraná terá merenda adaptada para 1,3 mil alunos

Paraná terá merenda adaptada para 1,3 mil alunos

Nova política de alimentação escolar inclusiva vai oferecer refeições sem glúten, sem lactose e opções veganas na rede estadual.

alimentação escolar
Estudante recebe refeição adaptada na merenda escolar, dentro da nova política de alimentação inclusiva do Paraná.
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Uma nova política de alimentação escolar inclusiva vai garantir refeições especiais a cerca de 1,3 mil estudantes da rede estadual de ensino do Paraná que precisam de opções sem glúten, sem lactose ou veganas. O processo de contratação está em fase de homologação e prevê procedimentos diferenciados de armazenamento, preparo e distribuição.

A medida busca garantir que alunos de todas as regiões do Estado com necessidades alimentares específicas, sejam elas intolerância ao glúten, à lactose ou opção por dieta vegana, tenham acesso à merenda escolar adequada. As refeições serão fornecidas congeladas e deverão ser armazenadas e preparadas separadamente da merenda convencional oferecida aos demais estudantes da rede estadual.

Com a nova política, a rede estadual passa a oferecer, de forma padronizada, um cardápio próprio para os estudantes com restrição alimentar, com etapas de preparo, armazenamento e distribuição separadas da merenda tradicional.

Cardápio terá opções adaptadas e veganas

O cardápio das refeições especiais inclui arroz, feijão, vegetais, proteínas, massas, purê de batata e risotos. A lista também prevê bolos, sanduíches, tortas salgadas e pão de queijo, itens preparados em versões adaptadas para restrições alimentares e em opções veganas.

Escolas terão equipamentos de uso exclusivo

Para reduzir o risco de contaminação cruzada, principalmente nos alimentos sem glúten, as escolas vão contar com equipamentos de uso exclusivo para o preparo das refeições especiais, como freezers e air fryers, separados dos utensílios usados na merenda convencional.

As equipes das escolas também vão receber orientações sobre o armazenamento, o preparo e o uso correto desses equipamentos, explica a chefe da Divisão de Planejamento da Alimentação Escolar do Fundepar, Rosangela Slomski Oliveira.

Próximas etapas do processo

Após a conclusão da fase de homologação, o Estado vai definir a quantidade de alimentos e refeições necessárias para atender à demanda registrada na rede estadual.

Na sequência, serão encaminhadas as etapas de aquisição dos produtos e de preparação da estrutura das escolas que vão recebê-los.


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