A Radar Inteligência divulgou neste sábado (3) uma nota na qual denuncia a circulação de um relatório eleitoral falsificado atribuído ao instituto. O documento apresenta supostos resultados para deputado estadual e federal no Paraná. A empresa afirma que não realizou esse levantamento.
Segundo a Radar, o material não tem relação com seus trabalhos e não corresponde a dados, metodologia ou conclusões produzidos pelo instituto. A empresa classificou o relatório como uma “falsificação documental grosseira”.
A manifestação, datada de Francisco Beltrão, também informa que o departamento jurídico foi acionado. Conforme a nota, a equipe mantém contato com o Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal para buscar a apuração do caso.
Instituto nega levantamento para deputados
O esclarecimento trata especificamente de um documento com supostos resultados para os cargos de deputado estadual e deputado federal do Paraná.
A Radar afirma que não realizou pesquisa sobre esse cenário eleitoral no Estado. Por isso, nega tanto a autoria do relatório quanto a existência do levantamento apresentado no material.
“Consequentemente, o documento divulgado não guarda qualquer relação com seus trabalhos e não reflete metodologia, dados ou conclusões de sua autoria”, informa o instituto.
Jurídico busca apuração da origem do documento
De acordo com a nota, as medidas jurídicas buscam identificar a origem e a autoria do relatório. A empresa também pretende a responsabilização, nas esferas cível e criminal, dos envolvidos na elaboração e divulgação.
O comunicado informa o contato com as autoridades, mas não apresenta número de procedimento nem confirma a abertura de investigação. Também não identifica possíveis responsáveis pela produção ou circulação do material.
Na avaliação expressa pela Radar, a divulgação do documento representa a propagação de informação falsa e afronta à legislação eleitoral. Essa classificação consta do posicionamento da empresa.
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Nota reafirma compromisso com os dados divulgados
Ao encerrar o esclarecimento, a Radar reiterou seu compromisso com o rigor metodológico e com as normas aplicáveis às pesquisas eleitorais.
O instituto também informou que permanece disponível para prestar esclarecimentos adicionais. A nota não apresenta percentuais ou nomes de candidatos que constariam no relatório contestado.

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