A Justiça Eleitoral do Paraná faz neste domingo (25), durante o segundo turno, o teste de integridade das urnas eletrônicas, auditoria que simula a votação para demonstrar a segurança na captação e na contagem dos votos. O teste acontece até as 17h, na Escola Judiciária Eleitoral do Paraná (EJE-PR), com 25 urnas sorteadas, e na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em Curitiba, com uso da biometria dos eleitores.
A abertura dos trabalhos da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (Cave), na EJE-PR, teve a presença do presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza.
Também acompanharam a abertura o presidente da comissão e juiz da 175ª Zona Eleitoral de Curitiba, Fernando Augusto Fabrício de Melo, a juíza da 2ª Zona Eleitoral de Curitiba, Mychelle Pacheco Cintra Stadler, o coordenador das Promotorias de Justiça Eleitorais, Régis Rogério Vicente Sartori, a promotora de Justiça Aline Bilek Bahr e o diretor-geral do TRE-PR, Valcir Mombach.
Como funciona o teste de integridade
O teste simula o funcionamento de uma seção eleitoral. Votos preenchidos em cédulas de papel, com base na lista de candidatos, ficam guardados em urnas de lona lacradas e são digitados nas urnas eletrônicas ao longo do dia.
Segundo a Justiça Eleitoral, a auditoria não interfere no resultado da eleição.
Teste com biometria na PUCPR
Na PUCPR, o teste inclui a biometria. Depois de votar, os eleitores das seções 470 e 712 da 177ª Zona Eleitoral são convidados a desbloquear com a digital uma urna idêntica à da sua seção, em outra sala.
Após a liberação, servidores digitam no equipamento os votos lançados em cédulas de papel no sábado (24), durante a cerimônia que definiu as urnas auditadas.
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Auditorias antes da votação
Antes da abertura das seções, às 8h, a Justiça Eleitoral fez o teste de autenticidade dos sistemas eleitorais. O procedimento verifica se o sistema instalado na urna é o mesmo autorizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O teste foi feito pelo juiz eleitoral, na presença de entidades fiscalizadoras e dos mesários, nas próprias seções sorteadas no sábado:
- Seção 026, 63ª Zona Eleitoral, São Jerônimo da Serra
- Seção 487, 155ª Zona Eleitoral, Piraquara
- Seção 010, 108ª Zona Eleitoral, Nova Fátima
- Seção 003, 149ª Zona Eleitoral, Japurá
- Seção 043, 80ª Zona Eleitoral, Ibiporã
- Seção 246, 43ª Zona Eleitoral, Guarapuava
- Seção 026, 128ª Zona Eleitoral, Brasilândia do Sul
- Seção 002, 173ª Zona Eleitoral, Terra Boa
Zerésima
Também antes da votação, os mesários emitiram a zerésima, documento que comprova que não há votos registrados na urna e lista todos os candidatos cadastrados. O documento é assinado pelo presidente da seção, pelos mesários e pelos fiscais de partidos, coligações e federações que quiserem.
O resumo da zerésima fica afixado em local visível em cada seção eleitoral.

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