Material foi apreendido em recipientes inadequados e caso segue sob investigação da Polícia Civil
O laudo oficial confirmou a presença de etanol não alimentício em bebidas apreendidas durante a Expobel 2026, em Francisco Beltrão. As amostras foram recolhidas pela Vigilância Sanitária em 3 de março, após a identificação de produtos usados no preparo de “capeta” e armazenados em recipientes inadequados.
A análise foi concluída três meses depois da apreensão.
Segundo o resultado, não foi possível determinar o percentual de álcool presente na amostra. O laudo apontou que o produto era artesanal e não seguia um padrão oficial de fabricação.
Bebidas estavam em recipientes inadequados
A apreensão ocorreu durante uma fiscalização da Vigilância Sanitária no espaço da Expobel. Os agentes encontraram bebidas utilizadas na preparação do chamado “capeta” acondicionadas de forma irregular.
A situação motivou o acionamento da Polícia Militar. O responsável foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.
As amostras recolhidas no local foram enviadas para análise laboratorial. O exame confirmou que as bebidas continham etanol.
No entanto, a ausência de um padrão oficial de fabricação impediu a identificação da concentração alcoólica da amostra. O laudo não informou o percentual de álcool presente no produto apreendido.
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Polícia Civil dará continuidade à investigação
Com a conclusão da análise, o caso será encaminhado à Polícia Civil. A investigação deverá apurar as responsabilidades relacionadas à produção e à comercialização irregular das bebidas durante a Expobel.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre possíveis indiciamentos ou outras medidas decorrentes do laudo.
Vigilância alerta para riscos à saúde
A Vigilância Sanitária de Francisco Beltrão reforçou que a produção e a venda de bebidas devem cumprir as normas sanitárias. Os produtos precisam ter procedência identificada, acondicionamento adequado e controle de qualidade.
Segundo o órgão, bebidas artesanais sem identificação ou fiscalização podem representar riscos aos consumidores.
A orientação busca evitar a comercialização de produtos sem informações sobre composição, origem e condições de produção.
Fonte: diariodosudoeste.com.br




















