Calendário inclui doses contra gripe, Covid-19, hepatite B, tétano e outras doenças conforme o histórico de cada pessoa
Manter a caderneta de vacinação atualizada ajuda a prevenir doenças, reduzir complicações e favorecer um envelhecimento mais saudável, alerta a Secretaria da Saúde do Paraná. Idosos devem procurar uma unidade de saúde para revisar o histórico vacinal e receber as doses indicadas conforme idade e condições clínicas.
Embora a vacinação seja frequentemente associada à infância, a imunização deve continuar durante todas as fases da vida.
Na terceira idade, algumas vacinas exigem reforços periódicos. Outras são indicadas apenas para determinados grupos, conforme o histórico de doses, a presença de doenças crônicas ou a situação epidemiológica.
Caderneta deve ser revisada regularmente
A Secretaria da Saúde orienta que idosos consultem a caderneta de vacinação com frequência.
As recomendações podem variar de acordo com a idade, o histórico vacinal, os medicamentos em uso e as condições de saúde.
Quem tiver dúvidas deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima para verificar se existem doses atrasadas.
Vacina contra gripe deve ser anual
A vacina contra a influenza deve ser aplicada todos os anos.
A imunização reduz o risco de complicações provocadas pela gripe, como pneumonia e agravamento de doenças crônicas.
A Sesa reforça que a proteção vai além das infecções respiratórias, pois ajuda a reduzir casos graves, internações e mortes.
Reforço contra Covid-19 ocorre a cada seis meses
Para os idosos, a recomendação é receber uma dose de reforço contra a Covid-19 a cada seis meses. A aplicação periódica é necessária porque o nível de anticorpos diminui ao longo do tempo.
A vacinação também ajuda a evitar complicações e o agravamento de problemas de saúde já existentes.
Hepatite B exige três doses
A vacina contra hepatite B é aplicada em três doses, conforme o histórico vacinal. Ela protege contra as hepatites B e D.
Caso a pessoa não tenha comprovante das aplicações anteriores, a situação deve ser avaliada pela equipe da unidade de saúde.
Reforço contra difteria e tétano é feito a cada dez anos
A vacina dupla adulto, conhecida como dT, protege contra difteria e tétano. O reforço deve ser realizado a cada dez anos.
A equipe de saúde pode verificar a data da última dose e orientar sobre a necessidade de atualização.
Pneumocócica atende grupos específicos
A vacina pneumocócica 20-valente protege contra infecções provocadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae. Essa bactéria pode causar pneumonia, meningite e infecções na corrente sanguínea.
A dose é direcionada a idosos acamados ou institucionalizados sem histórico vacinal, povos indígenas sem registro de vacina pneumocócica conjugada e pacientes com condições clínicas especiais.
Febre amarela exige avaliação individual
A vacina contra a febre amarela é recomendada principalmente para pessoas que vivem ou viajam para regiões com circulação do vírus.
No caso dos idosos, a aplicação deve ser avaliada por um profissional de saúde. A análise considera os riscos e os benefícios da imunização para cada pessoa.
Tríplice viral depende da situação epidemiológica
A vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A vacinação é garantida de forma geral até os 59 anos.
Para idosos, a aplicação ocorre em situações específicas, como entre trabalhadores da saúde ou durante surtos, conforme a avaliação epidemiológica.
Varicela é indicada para públicos definidos
A vacina contra varicela, conhecida como catapora, é direcionada a povos indígenas e trabalhadores da saúde que não tiveram a doença.
A indicação também considera o histórico vacinal. A equipe da unidade de saúde deve avaliar a necessidade da dose.
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Cuidados antes da vacinação
O idoso deve levar a caderneta de vacinação, caso tenha o documento disponível. Também precisa informar ao profissional de saúde sobre doenças, alergias e medicamentos em uso.
Em caso de febre ou doença aguda, a orientação é consultar a equipe sobre o melhor momento para receber a vacina. O registro das doses deve ser mantido para facilitar o acompanhamento do calendário.
Vacinas reduzem risco de infarto e AVC
A Sesa destaca que as vacinas contra influenza e Covid-19 ajudam a prevenir complicações que ultrapassam os problemas respiratórios. A imunização pode reduzir o risco de infarto, Acidente Vascular Cerebral e descompensação de doenças crônicas.
A atenção deve ser reforçada entre pessoas com hipertensão, diabetes, obesidade, doença renal crônica ou histórico de AVC. Nesses grupos, uma infecção comum pode provocar piora clínica severa e aumentar o risco de dependência.
Paraná possui mais de 1.850 salas de vacinação
O Paraná mantém mais de 1.850 salas de vacinação distribuídas pelos 399 municípios. Segundo a Secretaria da Saúde, o abastecimento regular permite que o Estado supere os índices de cobertura vacinal definidos pelo Ministério da Saúde.
A recomendação é procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima, apresentar a caderneta e verificar se existem doses pendentes.
Fonte: diariodosudoeste.com.br





















